Plano e Orçamento para 2008 de Vila Franca do Campo já aprovado
A Câmara Municipal de Vila Franca do Campo apresentou à Assembleia Municipal as Opções do Plano e a Proposta de Orçamento para 2008, tendo os documentos merecido a aprovação da Assembleia, por maioria.
JSD/Vila Franca alerta para a insegurança e cria " outdoor"
A Juventude Social Democrata associou-se à "crescente" preocupação com o clima de insegurança sentido pela população de Vila Franca do Campo nos últimos tempos, tornando público um "outdoor" para "consciencializar os vilafranquenses e as autoridades competentes". Segundo uma nota de imprensa dos jovens laranja o concelho está sob "um clima de assaltos e cada vez mais a população se sente insegura, inclusive em suas casas".
"O que muita gente pensava ser típico apenas de grandes cidades acontece aqui", refere a JSD de Vila Franca, exemplificando com "idosos que ficam sem as suas pensões de reforma à saída dos CTT, superfícies comerciais assaltadas, farmácias, quiosques, ourivesarias, postos de abastecimento de combustível, nada escapa às mãos dos assaltantes", referem.
Assim, a JSD local submeteu a população a um inquérito, entrevistando 150 pessoas (10% da população), perguntando "Sente-se seguro em Vila Franca do Campo?". O resultado foi claro "com respostas negativas de 111 pessoas", fazendo muitas delas notar que, por exemplo, a esquadra da polícia de Vila Franca tem cerca de 14 polícias o que significa que "existe um polícia para cada 1000 habitantes".
Posição do Governo quanto à independência unilateral do Kosovo
Sob presidência portuguesa, o Conselho Europeu decidiu enviar uma missão civil de 1800 elementos, para apoiar as autoridades do Kosovo, que se preparam para uma declaração unilateral de independência.
Ora, no Kosovo está estacionada uma força militar internacional, conforme mandato do Conselho de Segurança da ONU, na qual as Forças Armadas Portuguesas têm participação significativa, aliás muito elogiada.
Nesta unidade estão integrados jovens oriundos da Região Autónoma dos Açores, cujas condições de segurança nos interessa verificar.
A comunidade internacional está dividida quanto ao futuro do Kosovo e o mesmo acontece com a União Europeia. Um acordo entre as partes desavindas — Sérvia, da qual o Kosovo é parte integrante, reconhecida por resolução do Conselho de Segurança da ONU e população albanesa do território, fortemente predominante — afigura-se impossível.
Assim, os Deputados do PSD eleitos pela Região Autónoma dos Açores, ao abrigo dos preceitos aplicáveis da Constituição e do Regimento, formulam ao Governo as seguintes perguntas:
a) Qual é afinal a posição do Governo quanto ao estatuto futuro do Kosovo?
b) Tenciona o Governo reconhecer o Kosovo como estado soberano no caso de uma declaração unilateral de independência?
c) Que posição defenderá o Governo seja adoptada pela UE?
d) Na ausência de uma nova resolução do Conselho de Segurança da ONU, que altere o reconhecimento anterior do Kosovo como província da Sérvia, acha o Governo conforme à legalidade internacional a pretensão das autoridades albano-kosovares sobre a independência unilateral?
e) Que garantias tem o Governo sobre o “caso Kosovo” ser único e não servir de detonador de reivindicações independistas em outros pontos da Europa, em especial nos Balcãs?
f) Tenciona o Governo manter no terreno as tropas portuguesas, caso venha a estalar algum conflito armado?
g) Qual será a participação de Portugal na missão civil que o Conselho Europeu deliberou enviar para o Kosovo?
h) Acha o Governo que essa deliberação do Conselho Europeu é suficiente, em termos de legalidade internacional, mesmo sem mandato do Conselho de Segurança da ONU?
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Enviamos em baixo os destaques da Newsletter do mês de Dezembro do Fórum Hospital do Futuro. Este mês destacamos a coluna "Gestão & Economia da Saúde", patrocinada pela Novartis Oncology, com artigo de Óscar Lourenço, Professor e Investigador do Centro de Estudos e Investigação em Saúde, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.
Já se encontram abertas as candidaturas aos Prémios Hospital do Futuro 2007/2008. Participe! Mais informações.
Veja online as sessões de Lunch&Learn em formato vídeo - veja em www.youtube.com/hospitaldofuturo.
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Editorial: As teorias Tontas «A grande questão é saber qual o papel do Estado na gestão da protecção social ao cidadão...»
Artigo de Óscar Lourenço, Professor e Investigador do Centro de Estudos e Investigação em Saúde, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra: "Algumas Especificidades da Economia da Saúde" >mais
Um novo passo para a medicina degenerativa
As maiores descobertas de 2007Mundo Digital ajuda cardiologistas Este ano, o HIV e o cancro sofreram avanços importantes e estão no Top 10 da Time.
O "Coração Virtual" aumenta a qualidade no diagnóstico de cardiopatias.
Prémios para quem pensa na Saúde das crianças Pediatras e geneticistas do Hospital de Santa Maria receberam o Prémio S-26 do projecto "Crescemos Consigo" da Sociedade de Pediatria e da Wyeth.
Cientistas norte-americanos conseguiram corrigir os principais sintomas de deficiência mental e do autismo em ratos de laboratório.
Cooperação entre Portugal e o Brasil A Associação Saúde em Português lançou uma campanha em busca de parceiros para a realização de projectos de ajuda a cinco municípios brasileiros.
2º Congresso Português de Hipertensão será no início do próximo ano A Sociedade Portuguesa de Hipertensão vai organizar, entre 21 e 24 de Fevereiro de 2008, o Congresso sobre Hipertensão. |
Nos últimos dias, a imprensa escrita local, foi inundada por artigos de opinião e comunicados (pagos) com a preocupação única de denegrir o maior partido da oposição na Praia da Vitória, o PSD. Se o comunicado que o Partido Socialista pagou para ser publicado é assinado por uma Comissão Política Concelhia do PS da qual não se conhecem os seus membros nem sequer o seu presidente, os dois artigos de opinião são assinados por Fernando Rocha na sua condição institucional de Presidente da Assembleia Municipal da Praia da Vitória.
Se, no comunicado, o PS ataca o PSD por este se preocupar com o cumprimento da Lei e da transparência, no artigo escrito pelo Presidente da Assembleia Municipal, tenta-se justificar o injustificável procurando-se uma explicação para a falta de iniciativa e falta de capacidade para resolução dos problemas da Assembleia por parte do seu Presidente.
O estilo é conhecido. Recorre-se ao ataque pessoal, à mentira e ao levantar de suspeitas que não coincidem com a realidade.
No dito artigo, afirma-se "certas pessoas do PSD, vivem obcecadas em se manterem ora nos chorudos cargos que ocupam". É importante esclarecer que o senhor Presidente da Assembleia Municipal certamente se enganou na bancada. No lado do PSD não existe um único elemento que viva directa ou indirectamente da política ou das suas relações com a política. Do lado do PSD não existe nenhum deputado, não existe nenhum director de auditório municipal, nem existe ninguém com avenças "chorudas" ao mais alto nível. Do lado do PSD todos vivem dos rendimentos do seu trabalho sem nomeações, sem cartão de militante, sem cor. Única e somente a sua profissão.
Destacaríamos ainda a forma como o senhor se dirige aos jovens membros da bancada do PSD. Trata-os com desdém e acusa-os de ingénuos, inexperientes e imaturos. Recordo que tais afirmações roçam a ofensa. Principalmente porque todos os jovens da bancada social democrata têm profissão, têm emprego e, acima de tudo, têm futuro independentemente dos cargos que ocupam ou possam vir a ocupar dentro do PSD. Infelizmente, o mesmo não é possível dizer-se relativamente à bancada socialista. Mas, as acusações não se ficam por aqui. Da mesma forma que insulta os mais novos, despreza os mais velhos. Fala em "desgaste e amorfismo". Os mais velhos que compõem a bancada do PSD têm provas dadas da sua dedicação ao Município e aos Praienses. Muito do que a Praia da Vitória é hoje deve-se a estes homens e mulheres que, mesmo fora da vida política activa, mesmo sem cargos, continuam a ser uma peça fundamental na nossa sociedade e na nossa comunidade onde continuam a dar o que lhes é possível: a sua dedicação, o seu empenho e o seu tempo.
Por outro lado, esta espécie de "acto de contrição" feito pelo senhor Presidente da Assembleia Municipal deixa-nos a todos preocupados, porém, não surpreendidos.
Nos artigos escritos, Fernando Rocha revela que "apenas a falta de tempo da minha parte [da parte de Fernando Rocha], dado o muito trabalho na minha vida profissional, não tem permitido esclarecer como gostaria."
O PSD considera esta afirmação preocupante. O Presidente da Assembleia Municipal da Praia da Vitória assume que não tem tempo para esclarecer (e resolver) os problemas da Assembleia Municipal. No entanto, pelos artigos agora publicados, a sua pouca disponibilidade é usada para, servindo-se do cargo que desempenha, insultar, ofender e denegrir o PSD e todas as mulheres e homens que, de forma desinteressada, dão o seu tempo em prol da Praia da Vitória. O que é pena é o facto de esse pouco tempo ser usado para a mesquinhez da propaganda socialista em vez de servir para devolver à Assembleia a dignidade e o respeito perdidos.
Para terminar, o assunto que deu origem a toda esta ira do Partido Socialista: a iniciativa do PSD para alterar o actual estado de degradação da Assembleia Municipal da Praia da Vitória.
Contrariamente ao que afirma o Presidente da Assembleia, o PSD nunca propôs nem nunca votou nada no sentido de se proceder à leitura integral da acta. O PSD sempre foi da opinião – e demonstrou-o por diversas vezes – de que a leitura da acta deveria ser dispensada para que as duas horas pudessem ser utilizadas para discussão dos problemas do concelho. Prova disso é a pratica usada pelo PSD, durante anos, enquanto titular da Assembleia onde o tempo para debate era usado pelo PSD, pelo PS e pelo CDS-PP sem que truques de silenciamento.
Para o PSD é urgente o regresso ao debate e à democracia afastados há um ano da Assembleia Municipal. Há um ano que o Partido Socialista e o Presidente da Assembleia Municipal pactuam com esta situação.
O PSD quer mudar este estado de coisas. Por isso, tomámos a iniciativa. Cabe agora ao PS recuar. Pois são eles os únicos responsáveis pela degradação da imagem da Assembleia Municipal da Praia
CORREIO DA TAUROMAQUIA IBÉRICA
EDIÇÃO ESPECIAL - 27 de Dezembro de 2007
Editorial:
Com o aproximar do final de 2007, é altura de nos enchermos de esperanças e desejos para o novo ano. Apesar da vida nem sempre nos correr de feição, por vezes mais que a esperança, o que precisamos mesmo é força para superarmos os momentos menos bons que vamos encontrando pelo caminho.
O Naturales, mais do que um projecto feito por afición, é feito com o coração. E como tal muitas vezes "sofre na pele" os percalços que nós humanos sofremos na vida. Mas nunca desistimos dele, nem disso temos intenções. E o ano 2007 foi um ano razoavelmente positivo para o Naturales. Ganhámos novos colaboradores de enorme valor, estivémos pela palavra e pela imagem nos principais acontecimentos taurinos do ano, aumentámos o número de leitores, e isto entre outros factores, enche-nos de motivação e orgulho.
Hoje, e extraordinariamente, lançamos este Naturales via e-mail, por forma a divulgarmos as nossas notícias que estavam pendentes e que por motivos pessoais não nos têm sido possível actualizar no modo normal. Mas brevemente tudo será normalizado sob a batuta do nosso querido director Eugénio Eiroa e a quem toda a equipa enaltece o labor ao longo destes seis anos e também a quem dirigimos o nosso forte abraço de amizade e força.
A vós caros leitores, resta-nos apenas reforçar os desejos de Boas Festas e que 2008 seja um ano de plenas realizações pessoais e alegrias.
As melhores saudações taurinas,
Patrícia Sardinha
Artigo de Opinião:
LAS VENTAS - Os exemplos deviam de vir de cima
Prestes a findar mais um ano começa-se a preparar a próxima temporada e a cozinhar os cartéis, principalmente em Espanha onde as feiras começam mais cedo do que por cá, Olivença, Castellon, Valência, Sevilha e logo a seguir Madrid.
Madrid sempre Madrid que é ou devería ser a feira mais importante e séria do panorama taurino mundial. O que se passa é que parece que a "Comunidade de Madrid" proprietária da praça mais importante do mundo, perdeu ou está prestes a perder toda a vergonha e vai entrar em jogos que em nada abonam o bom nome que ostenta.
Passo a explicar, como o actual empresário da praça, e muito bem, não abre mão de compromissos previamente acordados anteriormente com a cadeia de televisão Digital +, para que um dos "ídolos de barro" da aficion madrileña esteja este ano em Las Ventas, vai mandar as urtigas os seus próprios interesses para prestar vassalagem a outros.
Não só vão deixar de transmitir as duas corridas, a goyesca de 2 de Maio e a corrida extraordinaria de Beneficencia que tem lugar todos os anos após a feira de San Isidro, e que eram transmitidas desde o ano de 1989 via satélite e vistas por milhões de aficionados espalhados pelo mundo inteiro no canal Telemadrid, canal este propriedade também da "Comunidade de Madrid", e perder uma significativa receita em publicidade, como vão desembolsar uma verdadeira fortuna a esse dito "ídolo" por cada tarde, cerca de 300.000 mil euros para tourear duas corridas que há já largos anos esgota sempre, seja que cartel for.
Na temporada transacta Morante de la Puebla estoqueou em solitário uma corrida de toiros, onde todo o seu cachet reverteu para obras de caridade em Madrid, tal como já tinha acontecido em anos anteriores com El Juli e Uceda Leal entre outros.
Gostava de saber onde é que estes senhores que gerem a Comunidade de Madrid têm a cabeça. E para terminar deixo uma frase que um amigo meu que me é muito querido costuma proferir muito, que é nada mais nada menos que: " Nunca acreditei em Las Ventas".
A todos um santo Natal e uma próxima temporada cheia de grandes êxitos para todos os intervenientes na festa dos Toiros.
por João Silva
Dezembro, Natal e Toiros...
Sempre adorei o mês de Dezembro por várias razões, por ser o mês dos meus anos, apesar de agora já custar ver a idade a aumentar, e também por ser o mês do Natal. Esta minha paixão natalícia não se rege tanto pelos presentes e muito menos pelo consumismo que se vive nesta altura, mas principalmente e para além dos meus princípios católicos, pelo espírito familiar de paz e amor a que sempre se associou esta época, se bem que infelizmente nem toda a gente o pratique, o que é pena.
Gosto do toque infantil e colorido do Natal, do brilho das luzes, do friozinho que custa mas nos faz aconchegar à lareira e gosto de em Dezembro pensar que...mais um mês e lá está a temporada taurina a começar (1 de Fevereiro na minha terra - Mourão).
Este ano, excepcionalmente, surgiu uma corrida de toiros em pleno último mês do ano. Não fui. Contava espreita-la na televisão, pois haviam apregoado por aí que "muitos canais de televisão espanhola a iriam transmitir", mas dos oito ou nove canais espanhóis que a minha antena intercepta em nenhum a vi.
Já soube de fonte segura, de alguém que assistiu in vivo e cuja opinião tenho muito em conta, de que a assistência era escassa, e em termos artísticos nada por aí além. Mas como eu própria não estive lá, nem vou comentar mais esse aspecto para não dar azo a criticas. O que eu pretendo mesmo, é tentar entender o que falhou nesta corrida de Dezembro e o porquê da sua realização.
Todos os que amamos a festa brava, de verdade (!), por vezes desejaríamos que a temporada não acabasse nunca, pois enjoar de toiros é coisa que não consta do nosso dicionário. Mas afinal, e pelo menos para mim, não funciona bem assim. Penso que é essencial fazer-se uma pausa, limpar a mente e o espírito, para estarmos preparados para acolher uma nova e esperançosa temporada. Começamos em Fevereiro com um, dois espectáculos, e a partir daí é sempre a aumentar o número. Chega a temporada do Campo Pequeno e é uma corrida todas as semanas a somar às dos fins-de-semana noutras localidades, Agosto então, ui!! E nós lá estamos, a acumular corridas, a ver repetidos os toureiros, os cartéis, a coleccionar desilusões artísticas e/ou ganaderas, e a pouco e pouco vamos perdendo a esperança de inicio de temporada. E só por este ponto, já me pareceu estranho surgir esta corrida, pois vinha interromper o merecido "spa" que é o defeso, em que tentamos esquecer as coisas más da temporada que passou e criamos ilusões na que há-de vir.
A corrida de Elvas, anunciava-se também como a despedida de Jesulin de Ubrique das arenas portuguesas. Mas em Dezembro? Não passou pela cabeça de ninguém que já era fora de tempo essa despedida? Tenho a certeza que a agenda do matador espanhol esteve muito preenchida toda a sua última temporada, mas já podia ter sido bem antes. Até que percebi pelos cartazes colocados para divulgar o evento, que isto afinal não era uma corrida para o Jesulin, nem para alimentar o gusanillo dos aficionados (visto que estes até nem acorreram à praça) mas sim para o Pedrito de Portugal. Numa corrida que se diz de despedida de um matador, ter em grande a imagem do outro alternante no cartel..."não bate a bota com a perdigota". Afinal era para destacar Jesulin, ou Pedrito? Será que o matador português queria com esta corrida limpar a imagem deixada pela sua comparência esta temporada no Campo Pequeno? Bem, pelo menos uma coisa já sabemos, corridas em Dezembro não resultam.
Para mim, Dezembro vai continuar a ser o mês do Natal, sem toiros, mas à espera deles...
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