Segunda-feira, 30 de Março de 2009

VILA FRANCA DO CAMPO

"Não sou um pai natal que aparece de 4 em 4 anos como alguns... mas sim um pai natal todo o ano.” – disse Rui Melo na inauguração do GTMédia2 – Centro de Actividades de Tempos Livres, em Ponta Garça.

 

 

A Câmara Municipal de Vila Franca do Campo inaugurou no passado sábado, em Ponta Garça o GTMédia2 – Centro de Actividades de Tempos Livres, situado na Urbanização Nossa Senhora da Piedade.

 

O GTMédia2 – Centro de Actividades de Tempos Livres agora inaugurado está instalado num edifício que a Câmara Municipal comprou e adaptou para as actuais funções, com a colaboração da Junta de Freguesia, cedendo à Associação GarçaTainha a gestão e dinamização deste espaço, destinado a apoiar as crianças e os jovens de Ponta Garça nos seus trabalhos escolares com o auxílio das novas tecnologias e multimédia, pretendendo-se também apostar na formação extra-escolar.

 

Na ocasião o Presidente Rui Melo afirmou que Ponta Garça é uma freguesia de futuro e que a Câmara Municipal tem estado atenta para assegurar o seu desenvolvimento e progresso, acrescentando que muitas outras inaugurações se vão seguir a esta, fruto do trabalho desenvolvido pela equipa autárquica nos últimos anos.

 

O Presidente da Câmara disse também que esta é mais uma iniciativa a dar cumprimento à cooperação efectiva entre a Câmara Municipal e as instituições sociais do concelho.

 

A política social desenvolvida pela Autarquia tem procurado ir ao encontro das necessidades da população, providenciando estruturas e serviços onde são mais necessários, como é o caso deste Centro de Actividades de Tempos Livres, instalado numa urbanização onde existem mais de 200 crianças e jovens.

 

Ainda no âmbito da ocupação e educação dos jovens, Rui Melo aproveitou para lembrar a aquisição que a Câmara fez de uma casa no bairro do Meio-Moio, na mesma freguesia, para a instalação futura de um pólo da Escola Profissional.

 

A finalizar a intervenção, o Presidente deixou bem claro quão importante é Ponta Garça no desenvolvimento integrado de todo o concelho e, salientando o valor dos investimentos autárquicos na freguesia, afirmou: “não sou um pai natal que aparece de 4 em 4 anos como certas pessoas... mas sim um pai natal todo o ano”.

publicado por JOSÉ GARCIA às 17:59
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HABITAÇÃO JOVEM

António Ventura vai apoiar

 

António Ventura apresentou esta manhã a sua segunda proposta como candidato à presidência da câmara de Angra do Heroísmo, divulgando um plano municipal de apoio e promoção à habitação jovem no concelho, um documento – intitulado “Viver Aqui” - em que o social-democrata aposta para combater “a perda de jovens verificada em Angra”, e que assenta em dez medidas que visam “fixar casais jovens e jovens, impulsionando a ocupação de habitações devolutas e potenciando o empreendedorismo”, explicou em conferência de imprensa.

 

Para o social-democrata é “essencial fomentar o rejuvenescimento dos sectores produtivos, de forma a combater as crescentes dificuldades económicas sentidas pelos jovens, para quem a habitação é um factor decisivo”, sendo que o centro histórico de Angra, “na última década, tem vindo a perder muito do seu potencial, pois tem menos pessoas e, em particular, menos jovens, sendo urgente criar condições de atractividade para essa faixa”, afirmou.

 

Com algumas das freguesias do concelho a sentirem também “uma tendente desertificação humana, com maior gravidade sobre os jovens”, António Ventura enunciou medidas que serão “majoradas nessas freguesias, assim como no centro histórico da cidade”, com o “Viver Aqui” a marcar-se pelo “apoio à elaboração dos projectos de arquitectura e especialidade para a primeira habitação própria – numa ajuda entre os 25% e os 75% - tendo como base o rendimento do casal jovem ou do jovem entre os 18 e os 35 anos de idade, inclusive”, referiu.

 

O lote de oportunidades a criar engloba também “as despesas relativas aos emolumentos - notariado e registo - e à instalação de ramal de água, saneamento e electricidade”, com António Ventura a prometer “apoiar a recuperação de casas degradadas destinadas à habitação própria”, a estabelecer “um protocolo com as instituições bancárias para apoio bonificado a essa recuperação”, assim como a “isentar as licenças de construção e utilização e a reduzir o imposto municipal sobre imóveis (IMI)”, elencou.

 

A existência de habitações “com critérios de sustentabilidade” foi outra das prioridades apresentadas, com o social-democrata a dizer que se vão estabelecer “apoios a habitações que sejam inovadoras, quanto aos materiais de construção, ao tratamento de resíduos e à eficiência energética”, pretendendo, caso seja eleito “apoiar os custos decorrentes da recentemente obrigatória obtenção do certificado energético”, explicou.

 

Mas porque “as políticas públicas para os jovens só podem tornar-se eficazes se os mesmos participarem activamente nos processos de decisão”, o candidato do PSD garantiu a “criação efectiva do conselho municipal de juventude em Angra”, uma proposta “aprovada por unanimidade em 2006 mas que, até à data, o actual executivo nunca passou à prática, o que se lamenta”, já que “a elaboração de politicas correctas depende da auscultação dos hábitos e tendências da juventude, pelo que se irá proceder também à realização de estudos prospectivos nesse sentido”, esclareceu.

 

Em termos de sustentabilidade financeira das propostas, o candidato foi claro ao referir que “estas dez medidas que nos comprometemos a pôr em prática dependem exclusivamente da vontade política da câmara municipal, ou seja, não estão dependentes de terceiros para se efectivarem”, explicando que “não dependem do governo regional, da república ou das instâncias europeias, mas apenas da vontade do executivo camarário”, garantiu.

 

António Ventura comprometeu-se ainda a criar uma bolsa de habitação, “através de um directório na página da internet da autarquia para publicitar a compra, a venda e o arrendamento de habitações”, espaço onde se poderão também “fazer simulações quanto ao crédito jovem para a habitação jovem”, concluiu.

 

publicado por JOSÉ GARCIA às 17:37
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publicado por JOSÉ GARCIA às 17:34
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1989 CURSO DE TREINADOR DE FUTEBOL I NIVEL FPF/ 1997 CURSO DE TREINADOR DE II NIVEL/ 2006 CURSO DE TREINADOR DE FUTSAL I NIVEL

publicado por JOSÉ GARCIA às 00:03
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Domingo, 29 de Março de 2009

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Sábado, 28 de Março de 2009

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publicado por JOSÉ GARCIA às 14:13
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publicado por JOSÉ GARCIA às 13:48
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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

4º ENCONTRO AÇORIANO DA LUSOFONIA

O NOSSO 4º ENCONTRO AÇORIANO DA LUSOFONIA QUE SE INICIA A 31 DE MARÇO NO CINETEATRO LAGOENSE E TERMINA A 4 DE ABRIL NO QUAL TAMBÉM OCORRERÁ O  Lançamento do livro Chrónicaçores: uma circum-navegação de timor a macau, austrália, brasil, bragança até aos açores de J. CHRYS CHRYSTELLO

 

Patronos: P rofessor João Malaca Casteleiro Academia de Ciências de Lisboa/ P rofessor Evanildo Cavalcante Bechara da Academia Brasileira de Letras
Comunicado à imprensa 4º Encontro Açoriano da Lusofonia
Lançamento do livro Chrónicaçores: uma circum-navegação de timor a macau, austrália, brasil, bragança até aos açores
da autoria de J. CHRYS CHRYSTELLO, editora VerAçor

 

 

Lançamento dia 31 de março de 2009 pelas 10.30 no cineteatro lagoense no decurso do 4º encontro açoriano da lusofonia, com apresentação pelo professor doutor luciano pereira do instituto politécnico de setúbal

 Na lenda havia um Rei Artur, Sir Galahad, os cavaleiros da Távola Redonda e a busca pelo Santo Graal. Aqui não há Dom Quixote, nem Sancho P ança nem moinhos de vento, contra os quais espadanar. Há apenas um cavaleiro da poesia e utopia, temeroso e aventureiro, sequioso de aprender outras línguas, hábitos e culturas. De Trás-os-Montes, sua mátria desconhecida, parte à conquista do “lulic” em Timor P ortuguês , dos hippies em Bali (Indonésia), sobrevive ao “Anno Horribilis” no Verão Quente (1975 em P ortugal), atravessa as P ortas do Cerco (na China de Macau), percorre a Austrália Ocidental, Vitória e Nova Gales do Sul, com passagem pelo Oriente do Meio e seus emirados, metade da Europa, da Ásia e parte do P acífico Sul, antes de redescobrir o Brasil, P ortugal e muitos outros países para, por fim, aterrar como um Buteo buteo rothschildi na ilha de S. Miguel (Açores) donde parte também em conquista de Santa Maria, Faial, P ico e S. Jorge. Se na pátria (Austrália) descobriu uma tribo aborígene a falar um crioulo português com mais de 450 anos, descobriu na antiga Bragança a sua mátria e nos Açores descobriu o que a maior parte do mundo desconhecia.   Esta viagem leva-nos num périplo pelo mundo em que o autor vai cronicando, como Marco P olo, as terras, as gentes e os costumes e tradições. Da análise política, social e pessoal parte à descoberta de culturas. Recuperando as suas origens, retorna ao seio duma Lusofonia sem raças, credos ou nacionalidades, até se radicar na “Atlântida” onde irá desvendar, divulgar e dilatar desveladamente uma fértil literatura açoriana catapultadora de autonomias e independências por cumprir.

  O AUTOR:

Chrys não só acredita em multiculturalismo, como é um exemplo vivo do mesmo: Nasceu no seio duma família mesclada com Alemão, Galego- P ortuguês (desde o ano de 942 DC), Brasileiro do lado paterno, e P ortuguês e marrano (desde os idos de 1500) do lado materno. Durante muitos anos na Austrália esteve envolvido em várias instâncias oficiais que definiram a política multicultural daquele país.  Como Oficial Miliciano no Exército Colonial P ortuguês, foi enviado para Timor onde aterrou em 1973 (Setembro) regressando dois anos mais tarde. Editor-Chefe do jornal local em Díli (A Voz de Timor) estava já embrenhado no jornalismo político e na linguística enquanto em P ortugal a Revolução dos Cravos destronava uma ditadura velha de 48 anos.   P ublicou aos 23 anos poesia sua no livro Crónicas do Quotidiano Inútil (vol. 1) e escreveu em 1975 um Ensaio P olítico sobre Timor, antes de ser chamado a desempenhar funções executivas em Macau como Economista da CEM – Companhia de Eletricidade de Macau em 1976. Depois, radicar-se-ia em Sydney (e mais tarde em Melbourne) como cidadão australiano onde viveu até 1996.  Desde 1967 dedicou-se sempre ao jornalismo (político) em rádio, televisão e imprensa escrita. Como Correspondente Estrangeiro trabalhou para as agências de notícias portuguesas ANO P /N P /LUSA, para a televisão TVB de Hong Kong e para a RT P , para as estações de rádio portuguesas RD P , Rádio Comercial, ERM e TDM-RT P (Macau), para jornais incluindo o Jornal de Notícias, P rimeiro de Janeiro,  Sábado,  Europeu  e  P úblico  (pertenceu  ao  grupo  de  fundadores),  sendo  amplamente publicado, incluindo  no The Journalist (Associação Australiana de Jornalistas (AJA/MEEA) e no jornal The  Maritime  Union  (do  Sindicato  Marítimo  australiano),  além  de  ter  feito  pesquisas  e  ter  escrito  documentários  para  as televisões australianas (sobretudo relativamente a Timor Leste).  Entre 1976 e 1996, escreveu sobre o drama de Timor Leste enquanto o mundo (incluindo a Austrália e P ortugal) se recusava a ver essa saga. Na Austrália trabalhou ainda como Jornalista para o Ministério do Emprego, Educação e Formação P rofissional (DEET, Dept. of Employment, Education and Training) e para o Ministério da Saúde, Habitação e Serviços Comunitários (DHHCS, Dept of Health, Housing and Community Services); tendo também exercido as funções de Tradutor e Intérprete para o Ministério da Imigração (DIEA, Dept of Immigration & Ethnic Affairs) e para o Ministério Estadual de Saúde de Nova Gales do Sul (NSW Dept. of Health).  Noutra área, começou a interessar-se pela linguística ao ser confrontado com mais de 30 dialetos em Timor, e divulgou a descoberta na Austrália de vestígios da chegada dos P ortugueses (1521-1525, mais de 250 anos antes do capitão Cook), e da existência de tribos aborígenes falando Crioulo P ortuguês (herdado quatro séculos antes).  Membro Fundador do AUSIT (Australian Institute for Translators and Interpreters) e Examinador da NAATI (National Authority for the Accreditation of Translators and Interpreters) de 1984 a 2003, Chrys lecionou na Universidade (UTS) Linguística e Estudos Multiculturais (a candidatos a tradutores e intérpretes). Com quase três décadas de experiência em Tradução e Interpretação como Freelancer especializado nas áreas de Medicina, Literatura, Linguística, Legal, Engenharia, P olítica e Relações Internacionais, Chrys publicou inúmeros trabalhos científicos e apresentou temas de linguística em conferências em locais tão distintos como a Austrália, P ortugal, Espanha, Brasil e Canadá.  Em 1999, para a sua tese, escreveu o seu principal Ensaio P olítico "East Timor: the secret files 1973-1975" (versão portuguesa) Timor Leste: o dossier secreto 1973- 1975, a seguir publicado em livro tendo esgotado a sua primeira edição ao fim de três dias. Mais tarde publicou (eBooks/e-livro) a monografia Crónicas Austrais 1976-1996.

 Durante mais de vinte anos, responsável pelos exames dos candidatos a Tradutores e Interpretes na Austrália, foi ainda Assessor de Literatura P ortuguesa do Australia Council, na UTS Universidade de Tecnologia de Sydney, sendo atualmente Mentor dos finalistas de Literatura da ACL (Association for Computational Linguistics, Information Technology Research Institute) da University of Brighton no Reino Unido, e Revisor (Translation Studies Department) da Helsinki University.  Organiza os Colóquios Anuais da Lusofonia (desde 2003 em Bragança,) que tiveram como patrono o Embaixador José Augusto Seabra e desde 2007 com Malaca Casteleiro e Evanildo Bechara como patronos. A partir de 2006 organiza os Encontros Açorianos da Lusofonia (S. Miguel, Açores), mantendo o seu interesse no ensino de tradução, multiculturalismo, Inglês e Estudos de Tradução.  Em 2005 publicou (ed. Santa Casa da Misericórdia de Bragança) o Cancioneiro Transmontano 2005, compilando em cerca de 300 páginas, contos, lendas, cantigas e cantilenas, loas, etc. da região e publicou (eBooks/e-livro) o segundo volume dos seus contributos para a história de Timor intitulado “Timor-Leste vol. 2: 1983-1992, Historiografia de um Repórter” (um volume com mais de 2600 páginas em edição de autor em CD).  Em 2007, traduziu obras de autores açorianos para Inglês, nomeadamente de Daniel de Sá (Santa Maria Ilha-Mãe, O P astor das Casas Mortas) e de Manuel Serpa (As Vinhas do P ico). Já em 2008 traduziu o livro de Victor Rui Dores “Ilhas do Triângulo, coração dos Açores (numa viagem com Jacques Brel)” e “Caminhos de S. Miguel” de Daniel de Sá, autor que prefacia agora este seu primeiro livro "açoriano".

 

 

  Colóquio Anual da Lusofonia/Encontros Açorianos da Lusofonia
 O Presidente da Comissão Executiva,
Dr J. Chrys Chrystello,
ACL Mentor, University of Brighton, UK. Reviewer Helsinki University, Finland, Past Assessor Portuguese Literature, Australia Council, UTS, University of Technology Sydney Australia
Telefone: (351) 296 446940, Telemóvel: (+ 351) 91 9287816 / 91 6755675
E-fax (E-mail fax): + (00) 1 630 563 1902
E-mail:  coloquioslusofonia@gmail.com , coloquiolusofonia@gmail.com ; lusofoniazores@gmail.com , lusofoniazores@sapo.pt,  lusofonia@sapo.pt
Página da internet: HTTP://LUSOFONIAS.COM.SAPO.PT  
4º Encontro Açoriano da Lusofonia http://lusofoniazores2009.com.sapo.pt
7º Colóquio Anual da Lusofonia  http://lusofonia2008.com.sapo.pt   
 Diciopédia Contrastiva dos Colóquios da Lusofonia: http://diciopedia.com.sapo.pt
Tudo sobre o Acordo Ortográfico http://lusofonias.com.sapo.pt

PATRONOS DO EVENTO  / COMISSÃO de HONRA:
PROFESSOR EVANILDO CAVALCANTE BECHARA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, e
PROFESSOR JOÃO MALACA CASTELEIRO DA ACADEMIA DE CIÊNCIAS DE LISBOA
APOIOS Câmara Municipal de Lagoa/DRC (Direcção Regional das Comunidades)/
PARCERIAS COM
UNIVERSIDADE MACKENZIE DE SÃO PAULO, BRASIL
ESE, INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL
ESE, INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA
ACADEMIA GALEGA DA LÍNGUA PORTUGUESA
 

publicado por JOSÉ GARCIA às 21:39
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HOSPITAL DO FUTURO

A próxima sessão dos almoços temáticos "Lunch&Learn" será na Quinta-Feira, dia  26 de Março, no Porto, sobre o tema "A Importância da Farmácia Hospitalar ". O objectivo da sessão é apresentar quais os ganhos concretos de duas unidades hospitalares, debatendo em simultâneo a importância da Farmácia Hospitalar na gestão dos hospitais.

 

Contaremos com a presença de Marina Serrano, Directora da Farmácia Hospitalar do Hospital Pedro Hispano - Unidade Local de Saúde de Matosinhos e de Odete Isabel, Directora dos Serviços Farmacêuticos dos Hospitais da Universidade de Coimbra, como oradoras convidadas. A moderadora será Paula Carvalho , Assessora de Imprensa do Hospital Pedro Hispano.

 

A sessão realiza-se dia 26 de Março, no Hotel AC Porto, no Porto, entre as 13h00 e as 15h00.

A sessão estará aberta à imprensa a partir das 14h00.

 

Ligações: Programa e Inscrição

publicado por JOSÉ GARCIA às 20:13
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NOITE.PT

 
EVENTO RECOMENDADO
 
NOVA ERA - MELHORES DO ANO 2008
 
Revista Noite.pt • Tel: 252 621 888 • Fax: 252 612 889 • Móvel: 960 001 888

publicado por JOSÉ GARCIA às 20:11
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