Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010

Da exposição consta a exibição de um pequeno vídeo a ilustrar os tipos de peixes de onde são retiradas as escamas para a confecção de verdadeiras obras de arte decorativas, como vejas, sargos e salemas

Exposição “Do mar às mãos dos Açores”

 
 
 

É inaugurada amanhã, pelas 20h30, no Museu “Casa do Arcano” nos Açores, uma exposição de trabalhos em escamas de peixe, da autoria da artesã Fátima Costa.

Intitulada “Do mar às mãos dos Açores”, a exposição é promovida pela Câmara Municipal da Ribeira Grande e pela Fundação para o Desenvolvimento Sócio-Profissional da Ribeira Grande e insere-se nas comemorações do Ano Europeu da Biodiversidade.

A exposição reúne um conjunto de trabalhos feitos em escamas de peixe pela artesã ribeiragrandense Maria de Fátima Costa que mostra a sua arte na construção de quadros, registos e peças de bijuteria, como brincos, tiaras e colares.

Da exposição consta a exibição de um pequeno vídeo a ilustrar os tipos de peixes de onde são retiradas as escamas para a confecção de verdadeiras obras de arte decorativas, como vejas, sargos e salemas.

É com o objectivo de proporcionar a todos que queiram aprender esta arte, que o Museu Casa do Arcano um Workshop no dia 13 de Março, cujas inscrições já se encontram abertas pelo telefone 296 473 339.

A artesã, Maria de Fátima Costa nasceu na freguesia Matriz da Ribeira Grande, a 14 de Outubro de 1956. Começou a formar gosto pelo artesanato muito nova, mas só aos dezasseis anos de idade é que começou a expor os seus trabalhos.

Hoje em dia, trabalha em Folha de Milho, Barro, Escamas de Peixe, Meias de Vidro, Registos e Lapinhas.
Maria de Fátima já expôs em várias ilhas do Arquipélago dos Açores e também nos EUA, Tenerife, Lisboa.


Exposição “Do mar às mãos dos Açores”
Dia: 26 de Fevereiro
Hora: 20h30

Local: Museu “Casa do Arcano”, Rua João d’Horta, Matriz.
Horário – 2ª a 6ª feira das 09h – 17h; Sábados das 13h00 às 17h00


José Garcia

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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

António de Menezes referiu que 85% dos passageiros provenientes da América do Norte são estrangeiros e apenas 15% açorianos

Iniciativa da Câmara do Comércio de Angra

 
 
 

Presidente da SATA no Negócios ao Pequeno-Almoço

A Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo promoveu, na manhã de 23 de Fevereiro, em Angra do Heroísmo, a 3ª edição do “Negócios ao Pequeno-Almoço”, com a presença do Presidente do Conselho de Administração da SATA - Air Açores e cerca de 30 empresários locais.

António de Menezes começou por apresentar o grupo SATA, apontando para uma maior competitividade e eficiência dos serviços.

Clarificou as mudanças na frota, enunciando as vantagens que considera fundamentais com os novos aviões da companhia aérea (Dash Q200 e Dash Q400). Segundo disse, estes permitem “potenciar o fluxo de passageiros e aumentar a capacidade de carga, contribuindo para uma maior versatilidade operacional”.

As grandes apostas da Companhia Aérea Açoriana, que efectua cerca de 16 mil voos por ano, estão centradas nos mercados de Portugal Continental, Europeu e América do Norte.

Neste último, a operação viu alterado o seu modelo, passando de charter para regular, o que permite uma “cobertura geográfica em toda a América do Norte”.
Propostas

Uma larga parte das questões dos empresários presentes no evento prenderam-se com a rota Toronto-Terceira, cujos voos no final de Julho (por altura das Festas da Praia) se encontram já esgotados. Segundo o Presidente da SATA, aquela rota, cuja taxa de crescimento de 2008 para 2009 foi de 24%, poderá vir a ter mais voos durante a época alta.

António de Menezes referiu que 85% dos passageiros provenientes da América do Norte são estrangeiros, e apenas 15% açorianos, pelo que a criação de novos voos estará sempre dependente da taxa de ocupação.

Outras propostas dos empresários relacionaram-se com a melhoria das condições logísticas e baixa de preços no transporte de cargas, especialmente para os produtos perecíveis, bem como o aumento do número das rotas para a Terceira.

Os empresários defenderam mais ligações de Lisboa à Terceira, voos para o Porto durante todo o ano e ligações directas São Jorge ou Graciosa/Terceira/Lisboa, visto que actualmente os passageiros daquelas ilhas têm de pernoitar uma noite na Terceira para seguirem viagem para Lisboa.

Melhorar as ligações à Madeira (tem de se pernoitarem São Miguel) e potenciar as ligações com as Canárias foram outras propostas dos empresários colocadas na reunião com o Presidente da SATA que se seguiu ao “Negócios ao Pequeno-Almoço”.


José Garcia

publicado por JOSÉ GARCIA às 19:50
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Presente o secretário regional da Economia que, na oportunidade, relevou a importância do Golfe como um elemento estruturante na estratégia de desenvolvimento turístico regional

Governo vai explorar os campos de golfe de São Miguel como forma de garantir a qualidade exigível pela oferta turística dos Açores

 
 
 

O vice-presidente do Governo Regional dos Açores anunciou, em conferência de imprensa, realizada, esta tarde, em Ponta Delgada, a decisão do executivo em estabelecer com a Verdegolf, S.A., um contrato de cedência da exploração comercial dos campos de golfe da Batalha e das Furnas, e estruturas e equipamentos anexos, na ilha de São Miguel

No âmbito deste contrato, que tem a validade de um ano, a partir do próximo dia 1 de Março, aquela empresa cede à Região, sem qualquer contrapartida financeira, a exploração daqueles campos de golfe permitindo, assim, a disponibilização, com elevado nível de qualidade, do produto Golfe no âmbito da qualificação da oferta turística regional.

Sérgio Ávila precisou, a respeito, que o Governo dos Açores tem acompanhado, de forma permanente e pormenorizada, a evolução da situação económica e financeira das empresas açorianas, tendo concluído que, no caso da empresa Verdegolf, as suas dificuldades económicas se têm traduzido na incapacidade momentânea de cumprir as obrigações financeiras para com os seus trabalhadores e fornecedores, inviabilizando assim, a exploração dos campos de golfe da Batalha e das Furnas com os níveis de qualidade exigíveis no âmbito da oferta turística açoriana.

O vice-presidente considerou que as dificuldades da Verdegolf, S.A., são de natureza conjuntural e não estrutural, razão pela qual, não se justifica, nem se enquadra na estratégia de desenvolvimento da Região, a aquisição pelo Governo dos Açores de qualquer participação no capital social da empresa e não estando a sua viabilização dependente desse tipo de intervenção pública.

A iniciativa do Governo Regional tem, assim, em linha de conta, a circunstância de o Golfe constituir uma actividade de interesse estratégico para a afirmação dos Açores enquanto destino turístico, sendo imprescindível à qualificação da oferta turística e que a sustentabilidade do sector turístico na Região, é essencial ao incremento da estrutura produtiva regional.

No âmbito do contrato de cedência que será assinado, ainda, esta semana, e conforme referiu Sérgio Ávila, o Governo dos Açores, através da empresa Ilhas de Valor, S.A., vai assegurar a gestão daquelas infra-estruturas, assumindo os proveitos e os custos decorrentes do seu funcionamento, garantindo elevados padrões de prestação de serviço e cumprindo todos os compromissos com os respectivos trabalhadores e fornecedores. O vice-presidente acrescentou que o resultado operacional de exploração de cada período contratual, na parte suportada pela Região, constituirá um débito do cedente (Verdegolf) à empresa Ilhas de Valor, S.A., a liquidar no prazo máximo de um ano, não resultando assim, desta intervenção, qualquer encargo económico ou patrimonial para a Região, ficando, totalmente, salvaguardado o retorno do investimento a efectuar.

Com esta medida, que Sérgio Ávila considera inovadora, o Governo Regional confirma a disponibilização, com elevado nível de qualidade, do produto Golfe, a estabilidade económico-financeira da exploração dos campos de golfe da Batalha e das Furnas e a manutenção dos postos de trabalho afectos à actividade e a regularização das dívidas a fornecedores.

Na referida conferência de imprensa esteve, igualmente, presente o secretário regional da Economia que, na oportunidade, relevou a importância do Golfe como um elemento estruturante na estratégia de desenvolvimento turístico regional.

Recorde-se, a propósito que, para além desta intervenção, o Governo dos Açores já financiou, com 2,7 milhões de euros, a requalificação do Campo de Golfe da Ilha Terceira, indo lançar, ainda, este ano, o concurso público para a empreitada de construção do novo campo de golfe de Santa Maria, estando, também, a desenvolver esforços para estabelecer

publicado por JOSÉ GARCIA às 19:12
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Governo dos Açores inspecciona pontes das estradas regionais

 
 
O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos, iniciou a inspecção anual às obras de arte – pontes e viadutos – das estradas regionais.
 
 
Existem, actualmente, nos Açores, 560 obras de arte, entre pontes, pontões e viadutos, e vão ser alvo de inspecção, numa primeira fase, pelos chefes de sector da Direcção Regional dos Equipamentos e Transportes Terrestres (DRETT).
 
Perante qualquer anomalia detectada no tabuleiro, base ou pilares, é imediatamente comunicada ao Laboratório Regional de Engenharia Civil que emitirá o parecer final para a intervenção necessária a efectuar.
 
Independentemente desta prática regular e anual, refere o secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos, “são realizadas inspecções mais específicas sempre que se justifiquem, por exemplo, após grandes chuvadas que obrigam a reforços acrescidos de pontos e viadutos”.
 
A propósito, José Contente realçou que após a intempérie do dia 13 de Fevereiro foi imediatamente efectuada uma vistoria técnica à ponta da Ribeira Grande contígua à estrada regional 1-1ª, na malha urbana da cidade, junto ao Teatro Ribeiragrandense.
 
O relatório da DRETT concluiu que a ponte, e o respectivo arco, “não apresentam qualquer patologia na sua estrutura”.
 
José Contente assegurou que todos os anos as pontes e viadutos são alvo de inspecções técnicas de forma a garantir a segurança de bens e pessoas.

publicado por JOSÉ GARCIA às 18:00
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Segundo António Ventura, “é preciso acompanhar as mudanças de natureza social e económica do meio rural, e encontrar os seus contributos em aspectos como a fixação de população

PSD quer “prioridades rurais e agrícolas definidas” nos Açores até 2011

 
 
 

O PSD/Açores quer que a Assembleia Legislativa defina “uma posição sobre o meio rural e a agricultura pós-2013, no âmbito do debate comunitário das perspectivas financeiras 2014/2020, que deve ser assumida perante os governos regional e da república, o parlamento europeu e as instituições europeias”, avançaram esta manhã os deputados social-democratas em Angra do Heroísmo, defendendo que “o órgão máximo da região deve encarregar a comissão permanente de economia de definir a referida posição, que deve ser apresentada até ao plenário de Junho de 2011”, explicaram.

Segundo António Ventura, “é preciso acompanhar as mudanças de natureza social e económica do meio rural, e encontrar os seus contributos em aspectos como a fixação de população, a coesão territorial, a energia, o rejuvenescimento e o combate ao envelhecimento, a segurança alimentar, na qualidade dos alimentos, na diversificação da economia rural e na produtividade agrícola”, disse o deputado a quem cabe a temática agrícola no grupo parlamentar laranja.

“Percebendo que a União Europeia (UE) começa a debater uma nova política para as suas zonas rurais e para a agricultura no período pós-2013 deve configurar-se a identidade muito própria do arquipélago de um outro modo, posicionando-a como um valor estratégico no desenvolvimento da região”, avançou, considerando o meio rural açoriano como “um elemento vivo e que, como tal, é fundamental compreender de que forma nos afecta e como nós o afectamos”.

Defendendo que o tema ganha “particular importância para nós, açorianos, uma vez que a região é considerada “predominantemente rural”, segundo a metodologia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE)”, Ventura recordou que “isso significa mais de 50% da população reside em municípios com uma densidade demográfica inferir a 150 habitantes por km2”, pelo que se deve “ponderar e privilegiar uma atenção permanente, atendendo à nossa vulnerabilidade, heterogeneidade, mas sobretudo, ao potencial latente destas ilhas”.

“Foram identificados diversos problemas ao longo do último quadro comunitário de apoios que subsistem, quer em termos de envelhecimento quer de falta de atractividade do sector agrícola e da realidade rural. Temos vindo a alertar para isso e consubstanciado novas soluções nos programas eleitorais”, afiançou Ventura, explicando que “mais do que ter dinheiro à disposição das ideias de Bruxelas, precisamos de uma politica interna, de ideias próprias que só se adquirem com um conhecimento geral que não tem sido aprofundado. Bruxelas faz uma espécie de renacionalização da política agrícola comum, dando liberdade a cada estado membro de adaptar as iniciativas vigentes o que, por si só, não chega”.

O deputado social-democrata considerou ainda que “o governo regional só se tem lembrado de fazer relatórios e avaliações às políticas seguidas e ao dinheiro aplicado quando estamos praticamente nas vésperas de entrar em vigor um novo quadro comunitário de apoio”, pelo que “essa avaliação interna é o que consideramos ser o ponto fulcral da estratégia a delinear face à nossa ruralidade e ao seu potencial emergente. Essa falta de ideias próprias pode fazer com que algumas ilhas se tornem um lar de idosos e sem actividade económica”, concluiu.


José Garcia

publicado por JOSÉ GARCIA às 17:54
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A cultura de próteas tem aumentado na Região, onde actualmente já existem 38 produtores que exploram cerca de 66 mil hectares

Secretário regional da Agricultura e Florestas afirma importância das explorações de próteas nos Açores

 
 
 

O secretário regional da Agricultura e Florestas dos Açores afirmou hoje que a diversificação agrícola está em crescimento na Região.

Durante a cerimónia de apresentação do livro “Próteas dos Açores”, que decorreu em Angra do Heroísmo, Noé Rodrigues, sublinhou que a cultura destas plantas prova que “a par de um sector agro-pecuário forte, que continua a ser o pilar da economia açoriana nas produções de leite e de carne, existe também o sector na área da diversificação que continua a crescer e a cativar novos produtores”.

Para o secretário regional, uma das fontes de crescimento do sector e da Região é a exportação das próteas “no total das sete ilhas que as produzem, já possuímos a capacidade de exportação de cerca de dois milhões de hastes”, o que se traduz numa “interessante dimensão na exportação, e que depois se revela na riqueza de uma região”.

A cultura de próteas tem aumentado na Região, onde actualmente já existem 38 produtores que exploram cerca de 66 mil hectares, e só no ano passado foram aprovados cinco novos projectos para a exploração da planta, o que se traduz em cerca de seis mil hectares de terreno e um apoio aos produtores de 500 mil euros.

Noé Rodrigues salientou ainda a importância do apoio de financiamento a 50% na compra de máquinas agrícolas para as explorações, o que no último ano se revelou num investimento de cerca de 700 mil euros.

A Secretaria Regional da Agricultura e Florestas apostou também na formação dos produtores, que anualmente recebem a visita de um dos maiores especialistas da cultura desta espécie. O objectivo desta visita é o esclarecimento prático sobre técnicas de cultivo, para assim estimular o interesse e uma maior capacidade de resposta aos mercados internacionais.

Durante o lançamento do livro, da autoria de António Domingues e Carlos Ormonde, editado pela Fruter, Associação de Produtores de Frutas, de Produtos Hortícolas e Florícolas da Ilha Terceira, o secretário regional da Agricultura e Florestas sublinhou ainda a importância desta associação no desenvolvimento do mercado ao “dar dimensão e projecção económica aos produtos da Região”.


José Garcia

publicado por JOSÉ GARCIA às 17:47
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Em requerimento enviado à Assembleia Legislativa dos Açores, o deputado social-democrata Mark Marques salientou que a freguesia do Topo “está a ser penalizada pelo facto de não ter um edifício da casa do povo”

PSD denuncia atraso na construção de edifício da casa do povo do Topo dos Açores

 
 
 

O PSD/Açores denunciou hoje o atraso na construção do edifício da casa do povo da freguesia do Topo, na ilha de São Jorge, alegando que a obra ficou para as “calendas gregas”.

Em requerimento enviado à Assembleia Legislativa dos Açores, o deputado social-democrata Mark Marques salientou que a freguesia do Topo “está a ser penalizada pelo facto de não ter um edifício da casa do povo”, dado que só assim os habitantes podem “voltar a ter médico”.

O parlamentar do PSD/Açores lembrou que “é compromisso deste governo e dos seus pares socialistas de São Jorge recuperarem a Casa dos Tiagos” para ali serem instalados os serviços da casa do povo – segurança social, consultas médicas e enfermagem.

“No ano passado foi colocado junto das ruínas da Casa dos Tiagos um outdoor com publicidade do novo edifício, mas até hoje nada mais aconteceu”, afirmou.

Para Mark Marques, a população da freguesia do Topo “tem direito a ter estes serviços públicos como a demais população da ilha”.


José Garcia

publicado por JOSÉ GARCIA às 16:17
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Trata-se das escolas de Rabo de Peixe, Povoação e Lagoa, em S.Miguel e, na ilha Terceira, as escolas da Terra Chã e dos Biscoitos.

Governo dos Açores apoia projecto da Açoreana de Seguros dirigido a alunos com dificuldades

 
 
 

A secretária regional da Educação e Formação dos Açores assistiu hoje, em Ponta Delgada, à cerimónia de encerramento do projecto “Unidos na Escola”, desenvolvido pela Açoreana de Seguros.

De acordo com Maria Lina Mendes, trata-se de uma iniciativa que, por um lado, promove um produto da empresa mas, por outro, consegue apoiar alunos que, por algum motivo, têm maiores dificuldades na aprendizagem.

A selecção das escolas envolvidas nesta iniciativa teve em conta um projecto transparente. Foi de acordo com as provas de avaliação somativa externa que se identificaram os estabelecimentos de ensino onde os resultados escolares eram menos bons, explicou Lina Mendes.

O projecto "Unidos na Escola", do grupo Banif, cujo presidente do Conselho de Administração, Horácio Roque, esteve também presente na cerimónia, atribuiu 10 mil euros a cada uma das cinco escolas seleccionadas. Trata-se das escolas de Rabo de Peixe, Povoação e Lagoa, em S.Miguel e, na ilha Terceira, as escolas da Terra Chã e dos Biscoitos.

O Governo Regional acolheu com agrado a proposta da Açoreana de Seguros, disponibilizando-se, desde logo, para proporcionar recursos e métodos de formação mais adequados a estes alunos com dificuldades na aprendizagem. Segundo a secretária regional, esta iniciativa vem, deste modo, contribuir para a política educativa do Governo.

O executivo açoriano tem apostado, continuamente, no melhoramento e modernização do parque escolar da Região, garantindo a qualificação das tecnologias da informação, dos recursos materiais, assim como a formação dos docentes, afirmou a responsável.

Na sequência desta iniciativa da Açoreana de Seguros, a secretária regional da Educação e Formação revelou a intenção do executivo de dotar as escolas com um kit de material, composto por um quadro interactivo, um vídeo-projector e ainda um software educativo. Todos estes recursos materiais serão acompanhados de respectiva formação, sublinhou Lina Mendes.

A governante destacou também a necessidade de investimento no 1º ciclo, pois é nesta fase que as crianças começam a apreender as bases essenciais, com vista a uma educação futura de sucesso.

Maria Lina Mendes realçou o exemplo da Açoreana de Seguros e expressou a expectativa de que esta iniciativa se possa alargar a outras empresas da Região.


José Garcia

publicado por JOSÉ GARCIA às 15:12
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Trazendo um acréscimo para o concelho de Angra, que passará dos actuais 5 mil euros pagos em 2008 para, no mínimo, 58 mil euros a serem suportado pelos consumidores

PSD contra “mais despesas” para os munícipes com as águas de Angra do Heroísmo

 
 
 

A assembleia municipal de Angra do Heroísmo aprovou ontem uma recomendação dos deputados social-democratas visando que o governo regional dos Açores “mantenha o processo de pagamento para a nova Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos dos Açores (ERSARA), - que terá funções orientadoras dos sectores de abastecimento público da água e das águas residuais urbanas - de modo a que o mesmo apresente moldes semelhantes ao aplicado anteriormente”.

Segundo a deputada municipal Carla Bretão, o PSD defende que, “com as novas tarifas, o governo regional pretenda financiar a recém-criada entidade, fazendo-o através da cobrança de uma taxa de 2,5% da facturação anual de água, saneamento e actividades complementares, e trazendo um acréscimo para o concelho de Angra, que passará dos actuais 5 mil euros pagos em 2008 para, no mínimo, 58 mil euros a serem suportado pelos consumidores, ou seja recaindo essa oneração directamente nos munícipes”, afirmou a social-democrata.

Naquela que foi a primeira sessão de 2010 da assembleia municipal em Angra do Heroísmo, a bancada do PSD viu ainda aprovada, por unanimidade, uma recomendação visando o governo da república, e que pugna “pela consagração, no orçamento de Estado para 2010, das verbas necessárias para garantir a transferência para as autarquias dos Açores dos valores correspondentes a 5% do IRS gerado nos respectivos concelhos, relativamente aos anos 2009 e 2010. Tal opção configura um dever do Estado em respeito pela Lei e pelos cidadãos açorianos”, referiu Carla Bretão.


José Garcia

publicado por JOSÉ GARCIA às 14:06
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No que diz respeito à ilha Terceira, Vasco Cordeiro considerou que existem muitas possibilidades de conjugação com o Porto da Praia da Vitória, que será assim predominantemente vocacionado para as mercadorias

Novo cais é o ponto de partida para a valorização turística de Angra do Heroísmo como destino de cruzeiros dos Açores

 
 
 

A construção de um cais de cruzeiros em Angra do Heroísmo constitui “o ponto de partida e não o ponto de chegada para o desenvolvimento de uma estratégia de potenciação do estatuto de Património Mundial, permitindo que a cidade se afirme como destino turístico”, defendeu, esta noite, em Angra do Heroísmo, o secretário regional da Economia dos Açores.

Vasco Cordeiro, que falava durante um debate promovido pelo Instituto Histórico da Ilha Terceira, sob o tema “Angra Cidade Transatlântica – Que futuro?”, salientou que a decisão de construção desta infraestrutura “não resultou de um acto de mimetismo em relação a outros investimentos ou de qualquer tipo de compensação por esses mesmos investimentos”, mas sim da constatação que Angra do Heroísmo possui características únicas para o turismo de cruzeiros, nomeadamente “por permitir um fácil acesso à malha urbana classificada, o que se afirma como uma inegável mais valia para a valorização e aproveitamento” da classificação atribuída pela UNESCO.

O secretário regional da Economia defendeu, no entanto, que “se é certo que a criação do terminal pode contribuir em muito para a valorização turística de Angra, a sua existência não fará, só por si, que se atinja esse objectivo”.

Quanto à infraestrutura em si, cujo projecto será apresentado até Julho deste ano, Vasco Cordeiro esclareceu que estão a decorrer os estudos relacionados com os aspectos técnicos, nomeadamente, o estudo prévio de construções, da gare de passageiros, circulação rodoviária e impacto ambiental. Além disso, acrescentou, será dada “uma especial atenção aos trabalhos de arqueologia que possam vir a ser necessários” garantindo que o Governo “irá cumprir a legislação existente para a protecção deste património”.

Vasco Cordeiro justificou a opção pela localização do Cais com o facto de “ali já existirem várias infraestruturas que podem ser aproveitadas” e indicou que os estudos que têm vindo a ser desenvolvidos demonstram que o projecto “tem viabilidade económica, algo imprescindível para que possa ser assegurado financiamento comunitário para a sua construção”.

O secretário regional da Economia recordou ainda que a construção de um Cais para cruzeiros em Angra do Heroísmo faz parte “da estratégia do Governo para o Mar e para a projecção dos Açores como destino quer para cruzeiros de grande porte, que cruzam o Atlântico em reposicionamento, quer com a realização de cruzeiros temáticos.

Nesse âmbito, e no que diz respeito à ilha Terceira, Vasco Cordeiro considerou que existem muitas possibilidades de conjugação com o Porto da Praia da Vitória, que será assim predominantemente vocacionado para as mercadorias, enquanto que Angra do Heroísmo será vocacionada para o transporte de passageiros, quer no que diz respeito aos cruzeiros, quer também no que diz respeito ao transporte marítimo inter-ilhas.

Por fim, o secretário regional da Economia recordou que a proposta de construção de um cais de cruzeiros em Angra do Heroísmo não foi contestada pelos partidos da oposição tendo sido já sufragada em dois actos eleitorais distintos.


José Garcia

 

publicado por JOSÉ GARCIA às 10:17
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