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VIII Congresso Regional CDS-PP Açores |
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O PPM ENVIOU UMA NOTA DE IMPRENSA QUE SERÁ TRANSCRITA NO GLOBAL
O PPM acompanhou as explicações do Ministro das Finanças e da Troika a respeito do Plano de Resgate Financeiro internacional já aprovado pelo Governo Português e que mereceu já o acordo do PS, PSD e CDS. A nossa posição é a seguinte:
1 – O Partido Popular Monárquico não se sente vinculado a este acordo, na medida em que não fomos consultados e também não foi solicitado o nosso apoio, que teria de ter como contrapartida a oportunidade de apresentar as nossas soluções e prioridades.
2 – Discordamos completamente do aumento da carga fiscal que será imposta a uma classe média que se encontra à beira da completa exaustação. A procura interna será desmantelada e vastos sectores deste grupo socioeconómico deslizarão para uma situação de pobreza dificilmente reversível.
3 – Discordamos frontalmente do programa de privatizações em áreas que consideramos vitais para a soberania do país. É o caso flagrante da TAP. Por outro lado, dado o cenário internacional e nacional recessivo, estas empresas encontram-se actualmente subvalorizadas e é também evidente que os grupos empresariais e financeiros nacionais não possuem capacidade de aquisição. Assim, venderemos a preço de saldo e o controlo destas empresas cairá inevitavelmente em mãos estrangeiras.
4 – Consideramos que se poderia, isso sim, ter ido muito mais longe no combate à invasão fiscal – que é gigantesca neste país -, no desmantelamento dos 14 mil organismos e entidades públicas que asfixiam o esforço do contribuinte português (defendemos a extinção de 40% destas entidades), na revisão e eventual anulação das Parcerias Público-Privadas e no combate à corrupção. Estas são as nossas prioridades e não o desgraçado contribuinte português. 2
5 – No que diz respeito ao sector financeiro, discordamos da ajuda que lhes é canalizada, na medida em que não lhes foram impostas, como contrapartidas, fortes restrições nos vencimentos da classe executiva, a proibição da realização de operações de risco e a assumpção do reembolso integral do esforço realizado pelos contribuintes para o resgate do sector financeiro.
6 – Finalmente, consideramos que não são aceitáveis os discursos realizados pelos partidos que têm ocupado o poder em Portugal nos últimos 16 anos. Os dados deste colapso económico do país eram evidentes há muitos anos. Não só não realizaram as reformas estruturais, como não pararam e até agravaram o endividamento externo e o deficit das contas públicas. Com estas políticas colocaram o país à beira da bancarrota, hipotecaram o futuro das próximas gerações de portugueses e fizeram de Portugal um protectorado económico internacional. Estes partidos e estes políticos foram parte importante do problema e não deverão ser parte da solução. Em especial o Eng.º Sócrates, cujas responsabilidades e as contradições neste processo são gritantes.
Lisboa, 5 de Maio de 2011
O Presidente da Comissão Política Nacional
(Paulo Estêvão)
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